29/11/2018
Galera, hoje eu acordei muito mal. Quando me olhei no espelho, fui surpreendido com duas manchas roxas em volta dos meus olhos. E havia também algumas pintas ao redor do meu pescoço.
Com medo de isso ser alguma coisa grave, marquei uma consulta com um médico. Na hora de ir, me vesti bem casualmente - camisa pólo laranja, bermuda jeans e tênis pretos da adidas.
Fui ao médico de carro. Chegando lá, estacionei debaixo de uma árvore, saí do carro e caminhei até a recepção.
- Bom dia! - falei à mocinha atendente.
- Bom dia - ela respondeu - Em quê posso ajudar?
- Marquei uma consulta para agorinha mesmo. Queria saber se está tudo certo.
- Ok, só um minuto que irei verificar.
A moça mexeu um pouco no computador e então disse:
- Está tudo certo. Pode aguardar ali no banco que seu médico logo logo o chamará.
- Obrigado - agradeci e me sentei.
Aguardei acho uns dez minutos, então um cara saiu de uma salinha e chamou:
- Bruno Rodrigues!
- Sou eu - falei.
- É sua vez. Me acompanhe, por favor.
Nessa hora, minha barriga gelou. Eu estava com muito medo de eu estar com alguma coisa ruim.
Me levantei e acompanhei o médico até a salinha. Entrei e o médico me pediu pra me sentar. Sentei e minha barriga gelou novamente.
- O que te traz aqui, Sr. Bruno? - perguntou o médico sentando-se e cruzando as mãos uma na outra.
- Como você pode ver - mostrei meu pescoço e apontei para as manchas dos meus olhos - Isso apareceu hoje de manhã. Não sei o que é, e tô com muito medo de ser alguma coisa grave.
- Hmm.. Vejamos.
Na sala, havia uma maca. O médico pediu para que eu me deitasse nela que ele ia analisar o meu caso. Me deitar foi uma tarefa difícil, porque minha barriga não parava de gelar e eu estava um pouco ofegante.
Quando finalmente consegui me deitar na maca, o médico veio com alguns aparelhos na mão e os colocou numa bancada em frente a ele.
- Fique tranquilo, sr. Bruno - disse ele, provavelmente percebendo minha ansiedade - Só vou analisar, não vou cortar nem nada.
- Tabom.
O médico pegou um aparelhinho. Esse aparelhinho parecia um estetoscópio, só que menor e com bordas mais arredondadas. Ele colocou o aparelhinho em cima das pintas do meu pescoço e fez alguns movimentos, tipo massageando o local. Depois colocou delicadamente por volta dos meus olhos e fez a mesma coisa. Ficou olhando para meu rosto por um tempo sem fazer nada, e então, colocando o aparelhinho de volta na bancada, olhou pra mim e pediu:
- Pode se levantar.
Me levantei e fui para a cadeira.
Vocês podem imaginar como estava meu coração naquele ponto, né?
Depois daqueles exames no meu pescoço e ao redor dos meus olhos, o médico fez um suspense danado, e acho que se eu não tivesse com aquelas coisas no meu pescoço, eu teria o esgoelado até morrer.
O médico finalmente olhou pra mim e disse:
- Você tem uma doença.
O quê?? Como assim?? Uma doença?? Então quer dizer que eu tenho uma doença e daqui a um, dois ou três anos eu vou morrer?? Meu, Deus, não pode ser!!
Começo a arfar violentamente na frente do médico. Ele estica o braço e toca meu ombro sob a mesa:
- Acalme-se, sr. Bruno.
- Como você quer que eu fique calmo? - falei arfando - Você me diz que eu tenho uma doença e quer que eu fique calmo??
- Sua doença não é motivo pra você ficar assim.
- O que.. O que você quer dizer?
- Quero dizer que a doença que você tem não é grave. É apenas uma doença que surge em alguns casos específicos.
- Que doença é essa?
O médico cruzou de novo as mãos e respondeu:
- O nome é Apalatite. É uma doença degenerativa. Isso quer dizer que ela tem cura. Então, acalme-se.
Fui me acalmando aos poucos. O médico se levantou e buscou um copo de água para mim. Bebi, e quando o médico viu que eu estava mais calmo, continuou:
- O tratamento é muito simples. Basta você passar uma pomada que vou te medicar e não tomar sol. As manchas desaparecerão rapidinho.
- Mas como eu adquiri essa doença?? - perguntei.
- Normalmente essa doença se pega por vias aéreas. Isso quer dizer que você respirou alguma coisa tóxica e adquiriu a doença.
- Entendo.
- Vou passar os medicamentos para você.
O médico fez uma receita pra mim e a me entregou.
- Use o medicamento certinho e você logo logo estará bom.
- Obrigado, doutor - me levantei e caminhei até a porta. Abri-a, e dando uma última olhada para o consultório, saí.
Epílogo
Provavelmente vocês querem saber o que aconteceu depois disso, né? Bom.. eu usei os medicamentos e, acreditem: minha doença se curou mais rápido do que eu pensei. Depois de uns quinze dias, a doença se dissipou, foi pra longe, evaporou.
Agora aqui estou eu, olhando para o espelho e me amando duas vezes mais.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Olá, meus amores,
Saudades de mim? Bem, eu tive um probleminha, mas agora estou de volta. E adivinha? Sim, tenho uma nova história para contar.
Esta história aconteceu há um mês, e eu a acho tão recente que quase decidi não contá-la pra vocês.
Espero que gostem!
Ah, e não se esqueça de deixar seu comentário quando terminar de ler.
1
Eu estava olhando a chuva pela janela do meu quarto. Via aquelas grossas gotas de água descerem do céu e explodirem magnificamente no chão, e de repente começou a surgir em minha mente algumas lembranças da minha infância.
Comecei a me lembrar de quando eu tinha 5 anos e brincava na fazenda do meu tio Arthur, e o barulho de chuva se misturava com minha lembrança, deixando tudo mais lindo e doce.
Fechei os olhos, e então tudo ficou claro, como se tivessem acendido uma lâmpada dentro da minha cabeça. Imagens distorcidas começaram a aparecer. Elas iam se endireitando, e eu reconheci aos poucos a imagem de um homem. Ele estava sem camisa e usava uma calça apertada que comprimia suas genitálias. Ele estava sorrindo para mim.
Dentro daquela imagem, eu estiquei os braços e o homem veio em minha direção. Me agarrou pela cintura e começou a aproximar seu rosto junto ao meu. Ele mordeu os lábios sensualmente e tacou-me um beijo.
Então fui obrigado a abrir os olhos.
As imagens sumiram. A chuva parou de cair. Um silêncio estranho reinou no meu quarto.
Olhei ao redor e só havia um quarto vazio e sem graça.
__ Puxa vida - eu disse, e suspirei.
Deitei-me na minha cama, e minha mão foi mais forte do que eu. Ela foi direto para dentro de minha calça, e então eu me vi tirando meu pau pra fora e comecei a me masturbar.
Fechei os olhos enquanto minha mão subia e descia no meu pau, num ritmo lento e prazeroso.
Segurei a cabeça do meu pau e a esfreguei com a ponta dos dedos, fazendo com que um arrepio subisse até minha garganta.
Continuei esfregando a cabeça, e então lentamente desci as mãos até as bolas. Massageei-as bem, fazendo movimento de cima-baixo-cima-baixo.
Então coloquei as mãos na minha bunda e fui botando um dedo dentro de meu ânus.
Enfiei-o até o limite, e soltei um gemido de prazer.
Saudades de mim? Bem, eu tive um probleminha, mas agora estou de volta. E adivinha? Sim, tenho uma nova história para contar.
Esta história aconteceu há um mês, e eu a acho tão recente que quase decidi não contá-la pra vocês.
Espero que gostem!
Ah, e não se esqueça de deixar seu comentário quando terminar de ler.
1
Eu estava olhando a chuva pela janela do meu quarto. Via aquelas grossas gotas de água descerem do céu e explodirem magnificamente no chão, e de repente começou a surgir em minha mente algumas lembranças da minha infância.
Comecei a me lembrar de quando eu tinha 5 anos e brincava na fazenda do meu tio Arthur, e o barulho de chuva se misturava com minha lembrança, deixando tudo mais lindo e doce.
Fechei os olhos, e então tudo ficou claro, como se tivessem acendido uma lâmpada dentro da minha cabeça. Imagens distorcidas começaram a aparecer. Elas iam se endireitando, e eu reconheci aos poucos a imagem de um homem. Ele estava sem camisa e usava uma calça apertada que comprimia suas genitálias. Ele estava sorrindo para mim.
Dentro daquela imagem, eu estiquei os braços e o homem veio em minha direção. Me agarrou pela cintura e começou a aproximar seu rosto junto ao meu. Ele mordeu os lábios sensualmente e tacou-me um beijo.
Então fui obrigado a abrir os olhos.
As imagens sumiram. A chuva parou de cair. Um silêncio estranho reinou no meu quarto.
Olhei ao redor e só havia um quarto vazio e sem graça.
__ Puxa vida - eu disse, e suspirei.
Deitei-me na minha cama, e minha mão foi mais forte do que eu. Ela foi direto para dentro de minha calça, e então eu me vi tirando meu pau pra fora e comecei a me masturbar.
Fechei os olhos enquanto minha mão subia e descia no meu pau, num ritmo lento e prazeroso.
Segurei a cabeça do meu pau e a esfreguei com a ponta dos dedos, fazendo com que um arrepio subisse até minha garganta.
Continuei esfregando a cabeça, e então lentamente desci as mãos até as bolas. Massageei-as bem, fazendo movimento de cima-baixo-cima-baixo.
Então coloquei as mãos na minha bunda e fui botando um dedo dentro de meu ânus.
Enfiei-o até o limite, e soltei um gemido de prazer.
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